Mary Whitehouse

Intitulava o seu trabalho como “movimento profundo” e mais tarde com “movimento autêntico”. Whitehouse (cit. por Oliveira, 2009) dizia que o movimento era uma forma de transformar-se conscientemente, mais do que “actuar para fora”.

Extraiu o movimento expressivo da psicanálise Jungiana, enfatizando a revelação do movimento directo inconsciente, e atendendo à sensação e às imagens com o não movimento tanto quanto através do movimento expressivo (Oliveira, 2009). Com o movimento jungiano, acreditou que o movimento profundo, movimento dirigido internamente, poderia conduzir a uma experiência transcendente. Nesta perspectiva a expressão através da Dança poderia revelar-se uma forma de Comunicação e auto-revelação.

A sua aproximação centra-se sobre o significado de desenvolver a consciência cinestésica com o objectivo de relacionar a expressão do movimento com a emoção e as respostas subjectivas.

Trabalhou muito com doentes bipolares e na área da saúde mental. Um dos seus contributos mais inovadores foi no âmbito da intervenção terapêutica. Baseou as suas respostas perguntando a quem se movia o que os seus movimentos lhes traziam. Forçou a importância da fala entre improvisações do movimento para permitir a reflexão na experiência do movimento.

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