Blanche Evan

Blanche Evan chamou ao seu próprio trabalho “Dança Criativa como Terapia”. Acreditava que tudo o que não podia ser expresso por palavras poderia ser expresso através do movimento e das metáforas, especializou-se no trabalho de dança criativa com crianças (Levy 1988, cit. por Oliveira, 2009).

Acreditava que a dançoterapia não deveria ser apenas proposta para as pessoas portadoras de doença mental mas que deveria ser alargada à generalidade da população; que seriam os “normais neuróticos adultos urbanos”.

Tal como Marian Chase, Blanche Evans também organizou a sua metodologia de acordo com o que ela identificou como as capacidades primárias terapêuticas do movimento: alteração funcional (incluindo trabalho postural, coordenação, organização das partes do corpo e ritmo) e promulgações de improvisações, através das quais os indivíduos estão aptos a experienciar psiquicamente o corpo através da acção. As promulgações de improvisações envolvem o uso de técnicas projectivas como a fantasia e as imagens; sensibilização e mobilização da acção potencial do corpo como meio para alargar o repertório pessoal expressivo de cada um; e improvisação detalhada ou complexa, onde uma estrutura é criada para explorar um tema ou um problema particular.

Evans estabelecia uma grande distinção entre a dançoterapia e a dança criativa. Para ela, a dança criativa quebra a crosta. A dançoterapia conduz ao desembaralhar de nós, ao diagnóstico e activação da vida, do cérebro e da modificação dos hábitos.

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